30 de Junho de 2008

That’s the Way -
How to say it! – Part II

Publicado por Equipe do BLOG em That´s the way

Hi, let’s continue our talk about: how to say in English – Part II.

Reacting to bad news

A.   My sister fells ill. (Minha irmã sente-se mal /doente).
B.   I’m sorry to hear that.
That’s too bad!
What a shame!

Apologizing

A.   Can you go to a movie with me on Saturday?  
B.   I’m sorry. I can’t. I have to study for an English test.

Asking the time

A.   What time is it? / What’s the time?
B.   It’s 4:00.
     
A.   Can you tell me the time?? Do you know the time?
B.   Yes. It’s 4:00.

Saying how you feel

A.   How do you feel today?
B.   I feel great! / I feel fine? I feel okay.
A.   I’m glad to hear that.
     
A.   How do you feel today?
B.   So-so. / Not so good. / I feel terrible.
A.   I’m sorry to hear that.

Giving an excuse

A.   I’m sorry I’m late. I missed the bus.
B.   I see.

Recommending products

A.   Can you recommend a good toothpaste?
B.   Yes. I can recommend Presto Toothpaste. It’s
very good.
A.   Thanks for the recommendation.

Well, don’t forget: se você quer dominar o idioma use vários recursos de aprendizagem, como seriados de TV, filmes em DVD, musicais diversos, conversação com amigos, etc. Estabeleça as suas metas e não perca o foco. O resultado será compensador.

I’ll see you ! Bye!

Vanda Franco
Professora de Língua Inglesa do Instituto Monitor

27 de Junho de 2008

Um curso de presente para você!

Publicado por Equipe do BLOG em Promoções
Um curso de presente para você!

Em homenagem ao Dia do Chaveiro (29/06), queremos dar a você a oportunidade de transformar seu futuro com essa profissão que ultrapassa os séculos. Até o dia 10 de julho, ao se matricular nos cursos presenciais de Chaveiro ou Abertura de Carros Nacionais e Importados, você ganha o curso presencial de Afiação. É isso mesmo: você investe na sua carreira e o Instituto Monitor dá outro curso* para você ser um profissional ainda mais completo!

Faça como muitos profissionais que conseguiram sua independência financeira com pouco investimento. Abra novos caminhos para sua vida!

Entre em contato com nossa Central de Atendimento pelo telefone (11) 3335-1000 ou compareça em nossa sede (rua dos Timbiras, 263 – Centro – São Paulo) e mencione o código PCMKT**.
 

Você sabia que a chave teve sua origem em Roma? Os primeiros modelos eram simples e feitos de pregos. Mas pensando em melhorar a segurança das pessoas, os artesãos criaram modelos mais complexos e deram formas específicas ao prego para que cada modelo abrisse somente uma porta. Por isso, o nome chave que tem origem do latim clavus, clavi – prego.
 
* Kit Prático no valor de R$ 40,00 não incluso.
** Promoção não-cumulativa, válida de 27 de junho a 10 de julho de 2008, para os cursos livres do Instituto Monitor, apenas para matrículas por telefone ou na sede da Instituição, mencionando o código PCMKT.
27 de Junho de 2008

O Detetive é Você!
Parte 71

Publicado por Equipe do BLOG em O detetive é você!

Olá, pessoal! Ainda estamos em clima junino, afinal vamos comemorar o Dia de São Pedro (29 de junho). As festas juninas continuam e poderemos dançar muita quadrilha. Bom arraiá para todos!

Agora vamos conferir a resposta do nosso enigma da semana passada e, logo em seguida, mais um desafio.

A quadrilha brasileira tem sua origem de uma dança francesa para quatro pares, a quadrille. Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com outras danças brasileiras. Inicialmente foi adotada pela elite urbana brasileira, mas teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste.

E aí, você sabe quais são os outros nomes da quadrilha?

Resposta:
Sauruê, Baile Sifilítico e Mana-Chica

Quem é bom para desvendar charadas? Hoje o nosso enigma vai estimular o raciocínio e testar seus conhecimentos.

Decifre o Enigma

O jogo consiste em analisar duas frases e uma figura, para assim tentar adivinhar a resposta.

Reposta:

                   

 

Um ótimo final de semana!

26 de Junho de 2008

Vencedora do concurso cultural quer ser escritora

Publicado por Equipe do BLOG em Depoimentos de alunos

  Juliana Bueno Meirinho (matrícula 51.681), vencedora da promoção “Amar é Criar”, realizada na semana do Dia dos Namorados, quer ser escritora. “Sempre gostei muito de língua portuguesa, quando vi a promoção fiquei muito empolgada para participar. Nunca imaginei que a minha versão para o final de
Romeu e Julieta fosse ganhar. Fiquei muito contente quando recebi a notícia”, afirma.

Para participar da promoção os alunos dos cursos oficiais (técnico ou supletivo) deviam reescrever o final da história Romeu e Julieta. A versão mais criativa ganharia um vale-presente do Boticário no valor de R$ 50,00 e um DVD do filme “Romeu e Julieta”

Aos 16 anos, Juliana concluiu recentemente o Ensino Fundamental e pretende iniciar em seguida o Ensino Médio. A jovem afirma que estudar a distância foi uma decisão essencial para seu desenvolvimento pessoal e profissional. “Essa metodologia prepara mais a pessoa para o futuro, pois exige um comprometimento maior.”

Com a família toda reunida no dia em que veio buscar o seu superprêmio, Juliana confirma que seu futuro será mesmo no mundo das palavras. “Quero fazer o curso superior em Letras e assim poderei me preparar mais para a carreira de escritora”.

Clique aqui e confira o “novo final” para famosa história Romeu e Julieta

 

25 de Junho de 2008

É assim que se fala! - Adjetivo ou substantivo?

Publicado por Equipe do BLOG em É assim que se fala!

A Língua Portuguesa é mesmo fantástica. Com ela, não há rotina. Quer ver só?

A palavra brasileiro é adjetivo ou substantivo?

Devemos observar a relação existente entre as palavras para responder a essa questão. Veja a frase a seguir:

O brasileiro nunca desiste.
Nesse caso, brasileiro é classificado como substantivo.

 

E agora:
O jogador brasileiro é o melhor do mundo.
Aqui, brasileiro é adjetivo de jogador.

Por isso, não devemos classificar a palavra isoladamente nas frases. É sempre preciso avaliar sua relação com as demais palavras.

Quer outro exemplo?

Tenho uma jornalista amiga.
A palavra amiga, nesse caso, é adjetivo, qualifica a palavra jornalista.

E agora:
Tenho uma amiga jornalista.
Jornalista qualifica a palavra amiga, que agora é substantivo.

Olha só que interessante:
Márcia é uma mulher pobre, mas muito honrada.
Márcia é uma pobre mulher, não consegue ser feliz com o que tem.

No primeiro exemplo, o adjetivo pobre nos revela uma pessoa sem posses, sem dinheiro. No segundo, apesar de a palavra também ser um adjetivo, pobre nos indica uma pessoa que merece compaixão.

Por isso, esteja sempre atento ao que escreve porque você pode acabar colocando no texto algo diferente do que imaginava. Essa é a nossa fascinante Língua Portuguesa.

A gente se vê!

Rebeca Oliveira
Editoria – Instituto Monitor

24 de Junho de 2008

Conversando sobre Matemática -
Velocidade Média

Publicado por Equipe do BLOG em Conversando sobre Matemática

Nesta semana, estudaremos a velocidade média. Essa medida é muito importante para o nosso dia-a-dia, pois conseguimos fazer estimativas do tempo que gastaremos em uma determinada tarefa. Por exemplo, é possível calcular quanto tempo utilizaremos num trajeto, com isso conseguimos organizar melhor o nosso dia. Acompanhe mais um encontro de Pedro e seus amigos.

Vocês também podem participar, basta enviar um e-mail para blog@institutomonitor.com.br ou postar seu comentário no blog com suas sugestões ou comentários.

Uma ótima semana!

Roseli Campos
Professora de Matemática do Instituto Monitor

23 de Junho de 2008

That’s the Way -
Do you know when to use still, yet or already?

Publicado por Equipe do BLOG em That´s the way

Essas três palavras são advérbios. Advérbios são usados, principalmente, para produzir modificação em verbos, adjetivos e outros advérbios. São muito utilizados em conversação por causa da sua praticidade de uso e sentido. Already significa “já”. Yet e Still significam “ainda”. Yet pode assumir o sentido de “já” também. Let’s see!

Still
We use still in questions, affirmative and negative sentences to talk about something, a situation or an action, that’s continuing, often for a longer time than expected. It hasn’t changed or stopped. ‘Still’ usually goes in the middle of the sentence, before the verb.

  Waiter! Bring me more mineral water because I’m still thirsty. (Garçom! Traga-me um pouco mais de água mineral porque ainda estou com sede.)
  Do you still dance ballet? (Você ainda dança ballet?)
  I’m still making some purchases (Ainda estou fazendo algumas compras).

Yet
We use yet in questions to ask whether something has happened up to the present time. Not yet then indicates that it hasn’t happened yet. (Usa-se o yet quando algo ainda não aconteceu, ou seja, acontecerá em um futuro próximo.)

  I haven’t finished my college course yet (Ainda não me formei na faculdade).
  Have you finished cleaning the kitchen? No, not yet. (Você terminou de limpar a cozinha ? Não, ainda não.

Already
Whereas still and yet normally refer to present and future circumstances, already normally refers to something that is in the present or recent past. It is mainly used in questions and affirmative sentences and usually expresses surprise that something has happened sooner than expected.

  Would you like to take a shower? No, thanks Justine. I’ve already cleansed myself. (Você gostaria de tomar um banho (de chuveiro)? Não, obrigado Justine. Eu já me lavei.)
  Have you eaten all your lunch already? (Você já comeu todo o seu almoço?)
  She has already graduated (Ela já se formou).

A leitura das regras e exemplos traz um pouco de dúvidas, não é mesmo? Isso você só dominará com o tempo e muita prática.

Have a good time!

Vanda Franco
Professora de Língua Inglesa do Instituto Monitor

 

20 de Junho de 2008

O Detetive é Você -
Parte 70

Publicado por Equipe do BLOG em O detetive é você!

O mês de junho é caracterizado pelas festas juninas que se iniciam no dia 12, véspera do Dia de Santo Antônio e se encerram no dia 29, Dia de São Pedro. O ponto mais elevado das comemorações ocorre entre 23 e 24 de junho (Dia de São João). Durante os festejos quadrilhas, forrós e muita comida típica fazem a alegria dos freqüentadores. Então, vamos começar o nosso arraiá…

SONHO DE PAPEL
Autor: Carlos Braga e Alberto Ribeiro

O balão vai subindo, vem caindo a garoa.
O céu é tão lindo e a noite é tão boa.
São João, São João!
Acende a fogueira no meu coração.

Sonho de papel a girar na escuridão
soltei em seu louvor no sonho multicor.
Oh! Meu São João.

Meu balão azul foi subindo devagar
O vento que soprou meu sonho carregou.
Nem vai mais voltar.

E continuando a diversão, vamos conferir a resposta do enigma da semana passada.

Orlaneide e os animais
Orlaneide precisa atravessar um riacho cuja margem mede 4m, onde estão quatro animais que viagem o rio, um a cada metro. São eles:

O leão que mata.
A cobra que dá o bote sem dó.
O tigre que morde o pescoço.
O urso que dá uma patada letal.

Por qual desses animais Orlaneide deverá passar para chegar ao outro lado do riacho?

Resposta
Esta é uma questão apenas para descontrair…
A resposta é a cobra, pois quando ela der o bote, basta Orlaneide pegar o bote e atravessar o rio…

E vamos festejar! O balão vai subindo… vai caindo a garoa… Vamos ver quem sabe tudo de festa junina para responder ao nosso desafio de hoje:

A quadrilha brasileira tem sua origem de uma dança francesa para quatro pares, a quadrille. Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com outras danças brasileiras. Inicialmente foi adotada pela elite urbana brasileira, mas teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), tornando-se uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste.

E aí, você sabe quais são os outros nomes dado à quadrilha?

 

E não se esqueça de que você também pode participar do “Detetive é Você”! Basta mandar o seu desafio para blog@institutomonitor.com.br.

Um ótimo final de semana para todos!


19 de Junho de 2008

Sua Carreira: roupas no ambiente de trabalho

Publicado por Equipe do BLOG em Toque de Mestre

Algumas pessoas pensam que o conceito de comunicação restringe-se a saber falar ou escrever. Esquecem que a comunicação é um conjunto de fatores, como: saber ouvir, saber sorrir, trocar informações, vestir-se adequadamente, etc. Paramos por aqui, porque é o que nos interessa hoje: que roupa usar no ambiente de trabalho?

A maneira como nos vestimos reflete a nossa personalidade. As roupas têm de se adequar aos diversos ambientes de trabalho, pois esse é um dos itens que melhor representa a empresa para o mundo exterior. Cuidado para não trazer para o ambiente profissional uma aparência com cara de final de semana. Mesmo se você não tem contato com o público, não se esqueça de que também deve projetar profissionalismo internamente.

Agora veja algumas dicas e se adapte a sua realidade:

Saias curtas e muito justas devem ser evitadas, principalmente as confeccionadas com tecidos muito leves.

Camisas transparentes podem ser usadas com ressalvas. Nada de lingerie à mostra. Um body (cor café) ou um corpete de algodão da cor da camisa quebram o excesso de ousadia. Cuidado com botões desabotoados.

Blusas que deixam a barriga de fora nem pensar. As de alça fina, também devem ser evitadas. Nada de alça de sutiã à mostra. Na impossibilidade de esconder, use uma lingerie com alça da cor da blusa.

A calça, apesar de parecer inofensiva, é uma roupa que merece bastante atenção. Calças justas com tecidos finos são para pouquíssimas mulheres. No trabalho, nenhuma. Coloca em exibição desnecessária volume excessivo, como culotes, além das saliências de gordura localizada.

Maquiagem – no calor, a maquiagem deve ser mais leve. Os tons mais neutros, como beges e marrons, são bastante indicados. O pó facial é um grande aliado para esconder a oleosidade da pele e deixá-la com um aspecto mais seco. Para os homens, a recomendação é usar lenços umedecidos com o mesmo propósito.

Ternos – os homens costumam errar menos, mas também se descuidam. A combinação terno, camisa e gravata é a mais grave. Prefira sempre tons discretos, gravatas listradas com ternos cor única e fuja de estampas. Camisas amassadas e colarinho desgastado estragam qualquer visual.

Para finalizar, cuidado com as sextas-feiras, dia em que é permitido, na maioria das empresas, um traje mais à vontade, o famoso “casual”. Como diz a consultora de moda Glória Kalil, “até índio se veste diferentemente para as ocasiões – índio faz roupa para guerra, roupa para a colheita, roupa para casamento, roupa para festa. A gente também. Os rituais são assim. A gente tem que ter ritual diferente para cada situação. E roupa para trabalho, certamente, não é roupa para balada”.

Vanda Franco
Professora de Comunicação e Expressão do Instituto Monitor

Publicado no Boletim Monitorando – Edição 02. Para receber gratuitamente em seu e-mail acesse o Portal do Aluno (www.institutomonitor.com.br/alunos) clique no link “Notícias” em seguida “Boletim Monitorando” e cadastre-se.

18 de Junho de 2008

É assim que se fala -
Dicas úteis

Publicado por Equipe do BLOG em É assim que se fala!

É bastante comum ouvirmos pessoas dizendo que o filho “puxou o pai” ou “puxou a mãe”. Mas na linguagem formal, quando queremos dizer que alguém é parecido com seus pais ou herdou algumas características dos pais, o correto é usar a preposição a. Assim:

Mariana puxou à mãe, por ser tão criativa quanto ela.
Claudio puxou ao pai, pois é bem humorado.

Puxou a mãe significa literalmente “arrastar a mãe”. Coitada…

Encontramos outro erro muito em frases como esta:

Ana Candido Machado, moradora à Rua das Palmeiras, vem requisitar…
A norma estabelece que substantivos como morador e residente exigem a preposição em. Desta forma:

Ana Candido Machado, moradora na Rua das Palmeiras, vem requisitar…
E para terminar:

Nosso coral é bastante grande. Somos em 100 coralistas.

Onde está o erro?

O padrão de linguagem não aceita essa construção, com o uso do em. Sendo assim, o correto é:

Nosso coral é bastante grande. Somos 100 coralistas.

E por fim, vamos esclarecer a dúvida da leitora Erika Toledo Graciani a quem agradecemos a participação. Ela quer saber se nomes próprios podem ser separados. Bem, não devem não. Nem palavras em língua estrangeira. Portanto, nada de escrever Re-nata ou sho-pping

Por hoje é só!

Um grande abraço,

Rebeca Oliveira
Editoria – Instituto Monitor

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