Entenda sobre a “gripe suína”
Entenda sobre a “gripe suína”
Nas últimas semanas os noticiários estão repletos de matérias sobre a nova gripe que infectou diversas pessoas em todo o mundo. Apesar de o Brasil ter oito casos confirmados de influenza tipo A (H1N1) - a chamada gripe suína -, o Ministério da Saúde reforça que a transmissão do vírus no país permanece limitada, já que do total de casos confirmados, seis estão vinculados a viagens internacionais e dois são autóctones (contaminados dentro do território nacional).
| Para ajudar a minimizar as dúvidas de toda a população sobre a nova gripe, especialistas da AMB (Associação Médica Brasileira) e da Sociedade Brasileira de Infectologia lançaram dois documentos com orientações para médicos e público leigo sobre a doença. | ![]() |
O material foi elaborado em conjunto a diversas entidades, como a Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, a Sociedade Brasileira de Medicina dos Viajantes, a Associação Brasileira de Infecções Hospitalares e a Associação Pan-americana de Infectologia.
Transmissão
A gripe suína não é transmitida pelo consumo de carne de porco. A doença recebeu esse apelido porque o vírus causador, normalmente, afeta os suínos (e não os seres humanos). Espirrar, tossir e ter contato com objetos de uso pessoal de pessoas com a suspeita da doença pode levar ao contágio. Ao sinal de qualquer suspeita, o melhor é procurar ajuda médica. Antibióticos e outros remédios consumidos sem prescrição médica podem agravar ainda mais o quadro.
Sintomas
Febre alta (superior a 38ºC) repentina
Tosse em até 10 dias depois de viagens do exterior, ou ter tido contato próximo, nos últimos 10 dias, com um suspeito estar infectado com a nova gripe
Dor de cabeça forte e constante
Dores pelo corpo (nos músculos e nas articulações)
Dificuldades respiratórias
Diarréia
Vômitos
Garganta inflamada
Cansaço
Como evitar a doença
Higienizar as mãos com frequência, utilizando água e sabão.
Reduzir o tempo de contato com pessoas potencialmente doentes ou a permanência em ambientes com aglomeração de pessoas.
Máscaras
Segundo o documento, o paciente com uma suspeita de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1) deverá utilizar máscara desde o momento em que for identificada a suspeita de até a chegada no local de isolamento hospitalar ou domiciliar. A proteção também é indicada para os profissionais e parentes que estão em contato com os doentes.
Já nos locais onde não há pacientes com a doença, o uso da proteção não é necessário. Mas a AMB reitera que quem precisa das máscaras deve ficar atento porque o uso inadequado pode aumentar o risco de transmissão da gripe suína. A máscara deve ser ajustada cuidadosamente para cobrir a boca e o nariz e deve ser trocada quando apresentar umidade.
Clique aqui e acesse ao documento organizado AMB (Associação Médica Brasileira) e da Sociedade Brasileira de Infectologia.

















