26 de Junho de 2008

Vencedora do concurso cultural quer ser escritora

Publicado por Equipe do BLOG em Depoimentos de alunos

  Juliana Bueno Meirinho (matrícula 51.681), vencedora da promoção “Amar é Criar”, realizada na semana do Dia dos Namorados, quer ser escritora. “Sempre gostei muito de língua portuguesa, quando vi a promoção fiquei muito empolgada para participar. Nunca imaginei que a minha versão para o final de
Romeu e Julieta fosse ganhar. Fiquei muito contente quando recebi a notícia”, afirma.

Para participar da promoção os alunos dos cursos oficiais (técnico ou supletivo) deviam reescrever o final da história Romeu e Julieta. A versão mais criativa ganharia um vale-presente do Boticário no valor de R$ 50,00 e um DVD do filme “Romeu e Julieta”

Aos 16 anos, Juliana concluiu recentemente o Ensino Fundamental e pretende iniciar em seguida o Ensino Médio. A jovem afirma que estudar a distância foi uma decisão essencial para seu desenvolvimento pessoal e profissional. “Essa metodologia prepara mais a pessoa para o futuro, pois exige um comprometimento maior.”

Com a família toda reunida no dia em que veio buscar o seu superprêmio, Juliana confirma que seu futuro será mesmo no mundo das palavras. “Quero fazer o curso superior em Letras e assim poderei me preparar mais para a carreira de escritora”.

Clique aqui e confira o “novo final” para famosa história Romeu e Julieta

 

29 de Novembro de 2007

Uma nova conquista

Publicado por Equipe do BLOG em Depoimentos de alunos

Hoje vamos conferir no BLOG o depoimento enviado pelo aluno do Técnico em Informática, Fernando Becassi (matrícula 48.982).

Em maio desse ano, decidi colocar em prática tudo que aprendi no Instituto Monitor. Entrei em contato a empresa Avon Cosméticos e me cadastrei como revendedor de produtos, e logo comecei a vender seus produtos. No primeiro pedido que encaminhei para empresa consegui revender 50 produtos.

Atualmente tenho onze clientes. Em três meses como revendedor, já estou na sexta campanha e divulgo a Avon em outros bairros. Minha meta é continuar crescendo na empresa, e passar de revendedor para técnico de informática.

Esse sucesso é graças ao aprendizado que obtive e continuo adquirindo do Instituto Monitor, pois foi por meio desta instituição que eu consegui amadurecer meu objetivo e minha vontade de ter um ótimo futuro profissional.

Quero continuar evoluindo e inovando minhas perspectivas profissionais junto com o Instituto Monitor. Serei sempre grato aos professores, a diretoria pedagógica, a dona Elaine Guarisi e o senhor Roberto Palhares por acreditarem na minha capacidade e me abrirem as portas da escola para construir o meu futuro.

O Instituto Monitor, me ajudou a superar minha deficiência física, derrubar os obstáculos que a sociedade impõe, e fui atrás do meu sonho:ter um emprego.

Agradeço sinceramente a todos do Monitor pela ajuda.

18 de Outubro de 2007

Caramujo africano: especialista brasileiro é aluno do Instituto Monitor

Publicado por Equipe do BLOG em Depoimentos de alunos

Caramujo africano: especialista brasileiro é aluno do Instituto Monitor

Desde pequeno José de Pontes descobriu que a persistência é o segredo para o sucesso. Natural de Juquiá, cidade localizada no Vale do Ribeira, interior de São Paulo, aos seis anos já vendia sorvete na cidade para ajudar no orçamento familiar.

Teve uma infância muito humilde, mas o estudo sempre foi prioridade. Aos 16 anos, depois de ver uma propaganda sobre o curso de Radiotécnico do Instituto Rádio Técnico Monitor, decidiu se matricular. “Quando comecei a estudar as apostilas vi uma oportunidade de proporcionar um futuro melhor a minha família”, afirma.

O ex-aluno relata que muitas pessoas quiseram desmotivá-lo, mas não desistiu e logo começou a trabalhar consertando rádios, televisores, e eletrodomésticos. “Com o curso do Monitor passei a acreditar mais em mim, vi que era capaz de fazer tudo que eu quisesse”, comenta.

Um pouco de história
Era muito comum haver na cidade, e em toda a região do Vale do Ribeira, uma grande proliferação de caramujo gigante africano. Mesmo parecendo seres indefesos, são causadores de muitas doenças, que podem levar à morte. “Perdi um grande amigo, ele contraiu barriga d’água. Quando ele morreu sabia que precisava fazer algo.”

Desde então, José de Pontes iniciou uma pesquisa sobre os hábitos do caramujo. Após 10 anos de estudos tornou-se o único brasileiro especializado no combate ao caramujo gigante africano.

Como o nome mesmo revela, o caramujo gigante africano é originário da África. Ele entrou ilegalmente no Brasil, por Curitiba, em 1988, e despertou o interesse de moradores e empresários rurais de várias cidades. Mas a dificuldade na hora de vender o produto fez com que maioria dos investidores desistisse do empreendimento, e os caramujos foram abandonados na natureza.

Um novo desafio
Quando iniciou suas pesquisas, José de Pontes achou que não conseguiria atingir seu objetivo, já que nunca havia estudado sobre a área. “Então eu me lembrei que era capaz de tudo. Apreendi a acreditar em mim quando fiz o curso no Monitor.”

O jovem pesquisador foi um autodidata, trabalhava durante o dia consertando aparelhos e à noite estudava o comportamento dos caramujos. “Se não fosse pelo curso que fiz no Instituto Monitor não teria conseguido financiar a minha pesquisa, pois não teria um emprego”, comenta.

Durante seus estudos descobriu que o caramujo percorre 30 metros por noite e coloca seus ovos até 50 centímetros dentro do solo. “Ele acasala de 12 a 14 vezes por noite é hermafrodita, mas mesmo assim precisa se fecundar”, explica.

“Esses moluscos são transmissores de um tipo de meningite e podem provocar tumores no estômago. O homem também pode contrair as doenças ao ingerir as larvas dos vermes encontradas no muco que eles deixam em verduras, legumes e frutas”, alerta.

Revolucionando tudo que havia sido inventado até hoje, José de Pontes, criou um método natural para combater o caramujo. “A armadilha é feita em tubo de PVC, para onde os caramujos são atraídos por uma isca feita de 14 produtos naturais, incluindo pó do próprio caramujo, e mais 14 produtos artificiais”, esclarece.

“O nosso trabalho ainda é muito difícil mas aos poucos estamos conseguindo divulgar e conscientizar a população sobre a importância do combate ao caramujo”, comenta.

Em suas palestras, além de orientar sobre o combate ao caramujo, José de Pontes reforça a importância do estudo. “Eu tenho muito a agradecer ao Instituto Monitor que me proporcionou o aprendizado de uma profissão e com ela pude realizar um outro sonho meu.” Ele conclui dizendo que a educação a distância é um incentivo para quem precisa trabalhar e estudar ao mesmo tempo.

2 de Outubro de 2007

Ele abriu seu próprio negócio

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Aos 56 anos de idade, Renato de Oliveira (matrícula 42.840), depois de muitos anos trabalhando na área de eletrônica, fez o curso técnico no Instituto Monitor. “Procurei o Monitor mais uma vez, pois precisava do CREA, e sem o curso técnico isso não é possível”, conta.

A paixão pela eletrônica é algo herdado de família. O estudante cresceu vendo o pai fazer manutenção em televisores e, ainda na adolescência, tomou gosto pela profissão. “Comecei a consertar eletrodomésticos, mas depois que participei do Programa de Intensivo de Preparação de Mão-de-Obra (PIPMO), tornei-me instrutor nos cursos de eletricidade básica e manutenção de rádios e televisores”, relata.

Em 1973, em busca de oportunidades melhores, Renato decidiu fazer um curso e foi assim que ele teve seu primeiro contato com o Instituto Monitor. “Precisava me aperfeiçoar, então fiz o “Curso de Rádio, Transistores e TV (branco e preto e a cores)”, por correspondência. Depois disso, logo arrumei um emprego.”

Mesmo atuando na área, Renato optou pela faculdade de Educação Física “Também gostava muito de esporte, então, decidi fazer o curso, cheguei a trabalhar na área, mas não consegui largar a eletrônica”, explica.

Já em 1980, depois de cursar quatro anos de Engenharia Elétrica, ocupar um cargo de supervisão, o estudante decidiu montar sua própria empresa. “Larguei tudo! Faculdade, trabalho para abrir a Eletrônica Servitel”, comenta.

A empresa começou desenvolvendo manutenção de televisores, microondas, aparelhos de som, videocassete, câmeras, computadores e monitores. “Quando fomos para a capital de Minas Gerais, percebemos que era hora de mudança”, conta. A partir desse momento começaram a se especializar em manutenção de monitores. “Tínhamos que acompanhar a tendência do mercado”, explica.

Casado, pai de dois filhos, Renato conta que a sua família sempre lhe deu muito apoio, principalmente quando voltou a estudar para conseguir o CREA. “A minha esposa esteve do meu lado em todas as minhas decisões, trabalhamos juntos”, fala emocionado.

Muito bem-humorado, o aluno gosta de ler e jogar sinuca nas horas vagas. “Adoro ler os livros de Dan Brown.” E quanto à sinuca? “Participo de campeonatos, e me dedico mesmo, é uma atividade que exige muito raciocínio lógico”, afirma.

Ele conclui dizendo que tudo é possível quando se acredita que é capaz. “Querer é poder e quando você conquista uma vitória, pode ter certeza que virá outra.”

17 de Julho de 2007

Uma história de superação!

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O Instituto Monitor coleciona as mais variadas histórias de seus alunos. Há os que vêm de longe e de perto, os que deixaram de estudar há anos e os que já possuem ensino superior, os que fazem todas as provas sem dificuldades e os que precisam de uma ajuda extra dos professores. Mas todos eles têm algo em comum: a vontade de vencer nos estudos. E foi essa vontade que fez com que a aluna do curso Técnico em Secretariado, Maria dos Anjos Barbosa dos Santos (matrícula: 44.439), conseguisse alcançar a tão sonhada formação profissional.

“Não alcancei a nota mínima na prova de Contabilidade Básica e fiquei traumatizada. Mas o motivo não era falta de estudos, ou porque não dominava a matéria, mas uma barreira que eu mesma criei por pura insegurança”, declara.

  Mas a técnica Acadêmica da Universidade de São Paulo (USP) contou com a ajuda da equipe pedagógica do Instituto Monitor para superar essa trave psicológica. “Quando estava quase desistindo de tudo, resolvi ligar para a Marilane Lima, (Departamento Pedagógico) para que ela ajudasse com alguma solução. E foi a atitude mais certa que tomei, a Marilane foi super-humana e conselheira. Por indicação dela, fui ter uma aula com o professor Antônio Luiz.”
Contente Maria dos Anjos posa para foto do Blog.   

E deu certo. Depois de duas aulas, Maria dos Anjos fez uma excelente prova e tirou nota 8,0, superando mais este obstáculo em sua vida. “Foi um dia especial, entrei na sala de provas confiante e centrada, consegui fazer tudo”, comenta Maria.

A aluna faz questão de dar um conselho para quem estiver passando por uma história semelhante à dela: “Primeiramente tenha fé em Deus; estabeleça um alvo e seja perseverante. Nunca pense em desistir e siga em frente!”.

A história de Maria dos Anjos mostra que, no Instituto Monitor, o aluno conta com todo o apoio necessário para vencer suas dificuldades, sejam elas quais forem. “Nós realmente nos envolvemos com o aluno e lutamos a batalha junto com ele para que vença e consiga realizar os seus objetivos”, explica a diretora pedagógica Tais Lírio.  
  Maria dos Anjos comemora a superação com Taís, Antônio e Marilane.

A trajetória da Maria dos Anjos é um exemplo de força e superação; hoje foi ela que superou uma barreira, amanhã pode ser você. 

10 de Julho de 2007

Eu já sentia que ia ser o vencedor!

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O aluno do curso Técnico em Eletrônica, Milton Vecchi (matrícula 48.659) foi o ganhador do Concurso do Dia dos Namorados. Em entrevista ao Blog ele conta sobre a sua facilidade em criar, como foi elaborar a frase vencedora, e mais, com quem vai dividir o prêmio.

BLOG - Como ficou sabendo do Concurso do Dia dos Namorados?
Milton - Quando acessei o site para verificar minha situação com relação ao pagamento da mensalidade.

Milton e sua "Deusa"

BLOG - Como ficou sabendo do Concurso do Dia dos Namorados?
Milton - Quando acessei o site para verificar minha situação com relação ao pagamento da mensalidade.

BLOG - É a primeira vez ou já tinha participado de outros concursos ou promoções realizadas pelo Instituto Monitor?
Milton - Sim, é a primeira vez.

BLOG - Qual a sua opinião sobre o concurso e o tema proposto?
Milton - Achei muito bom e o tema proposto trouxe inspiração.

BLOG - Teve dificuldades para escrever a frase?
Milton - Nenhuma, eu sempre tenho rapidez para respostas de todos os tipos, sou um pouco criativo.

BLOG - Como foi a sensação quando soube que havia ganhado, entre tantos concorrentes excelentes?
Milton – Vou contar uma particularidade: quando veio a frase na minha mente, eu comentei com o meu companheiro de trabalho que eu iria ganhar, até eu achei muito legal, se tivesse votando, escolheria essa!

BLOG - Vai “dividir” o prêmio com a esposa ou namorada?
Milton - Claro, vou dividir com minha DEUSA, é assim que eu a chamo, Sonia minha esposa há 25 anos.

BLOG - Como ficou sabendo do Instituto Monitor? Que curso você faz e qual a sua opinião sobre ele, a instituição e funcionários?
Milton - Fiquei sabendo pela minha empresa (Telefônica Empresas) ai entrei no site, fiz minha inscrição no curso de Técnico em Eletrônica, e estou achando muito bom. Quanto aos funcionários, todas as vezes que precisei fui muito bem atendido, gostei.

BLOG - Em que o curso de Técnico em Eletrônica vai ajudá-lo nas suas expectativas futuras?
Milton - Muito, porque já trabalho nesta área e tenho uma boa experiência, mas me falta teoria, que estou adquirindo com o curso do Instituto Monitor.

14 de Junho de 2007

Alunos do Instituto Monitor são entrevistados pelo jornal Folha de S. Paulo

Publicado por Equipe do BLOG em Artigos, Depoimentos de alunos

O aumento de 22% na oferta de cursos técnicos a distância no país foi o tema da reportagem que o jornal Folha de S.Paulo publicou no caderno de Empregos na edição do dia 03 de junho. O ex-aluno do curso de Técnico em Transações Imobiliárias, Isaque Audician, ilustrou e deu seu depoimento sobre a importância de ter uma profissão e conquistar o registro profissional (CRECI). Outros dois alunos do Instituto Monitor, Celso Lobo e Jaci Vasconcelos Sant´Anna que deram declarações sobre como um curso técnico e o diploma ajudam na hora de arranjar ou manter um emprego. Confira a reportagem completa acessando os links:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/empregos/ce0306200701.htm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/empregos/ce0306200705.htm

5 de Junho de 2007

Palavras de uma vencedora

Publicado por Equipe do BLOG em Artigos, Depoimentos de alunos
A ganhadora do I Concurso Cultural de Redação do Instituto Monitor, Ana Vilma dos Reis (matrícula: 36.765), conta como foi a experiência em participar e, melhor, a emoção em ser a grande vencedora entre as mais de 80 redações que participaram da seleção. Confira abaixo a entrevista que a equipe do Blog fez com a primeira colocada entre os alunos no concurso:

Blog: Como você ficou sabendo do I Concurso de Redação do Instituto Monitor?
Vilma: Eu recebi um e-mail do Instituto e achei a proposta interessante. Então resolvi participar.

Blog: É a primeira vez ou já tinha participado de outros concursos ou promoções promovidas pelo Instituto Monitor?
Vilma: Foi a primeira vez que eu participei.

Blog: Qual é a sua opinião sobre o tema proposto?
Vilma: Na verdade eu acho que ele nos remete à nossa própria proposta de desenvolvimento. O que nós (alunos) estamos buscando para o nosso futuro.

Blog: Teve dificuldades para escrever a redação? Fale um pouco sobre como foi fazer a redação, seguir o tema proposto, as dúvidas…
Vilma: Eu li o roteiro e os textos-estímulo para ter uma noção do que o Instituto queria receber dos participantes. Imaginei uma situação comum, bem realista e tentei utilizar uma linguagem do dia-a-dia. Acho que a receita deu certo!

Blog: Como surgiu a sua idéia? A história do Naldo é fictícia ou foi inspirada em alguém?
Vilma: Pois é. A estória do Naldo é uma ficção baseada na minha própria história. Aquela coisa do trabalhar, estudar, correr atrás do tempo perdido. Mas acho que o mais legal é a vitória. A auto-estima, a segurança, a mudança de atitude quando adquirimos mais conhecimento.

Blog: Qual foi a sensação quando soube que havia ganhado o prêmio de melhor redação, entre mais de 80 textos?
Vilma: Se eu disser que eu nem abri o e-mail quando chegou, você acredita?Eu achava que não iria ganhar . Então, uma hora olhei de novo o assunto do e-mail que dizia vencedor"A"! E pensei: não deveria ser “vencedor"? Foi aí que caiu a ficha e abri o e-mail!

Blog: Como ficou sabendo do Instituto Monitor? Que curso você faz e qual a sua opinião sobre ele, a instituição e funcionários?
Vilma: Eu estou terminando o curso de Técnico em Secretariado. A instituição é verdadeiramente comprometida com o sucesso do aluno, flexível, dinâmica e consistente com seus objetivos. Acho que é por isso que está no mercado há tantos anos, não é mesmo?

24 de Maio de 2007

Ex-aluno em terras internacionais

Publicado por Equipe do BLOG em Depoimentos de alunos
O ex-aluno, Celso Lobo, mandou um e-mail para o Instituto Monitor contando com orgulho sobre a importância do curso que fez em 1961 para sua formação. O nosso blog não perdeu tempo e aproveitou para fazer algumas perguntas às quais ele respondeu prontamente. Leia a entrevista abaixo e saiba como esse aluno, que sonhou alto, foi parar nos Estados Unidos.

Blog - Como eram seus estudos?
Celso - O material didático era ótimo. Fácil de compreender, interessante, estava sempre ansioso para terminar a lição para poder receber a próxima.

Blog - Por que se interessou pelo curso? O que achou dele após os estudos?
Celso - Morava com os meus avós e a nossa situação financeira estava bem difícil. Foi quando uma tia sugeriu que eu aprendesse uma profissão, possivelmente por correspondência, para eu conseguir ser financeiramente independente dos meus avós. O Instituto Monitor tinha exatamente o que estava procurando: Radio e Televisão. O curso começou com os princípios básicos, explicados de uma maneira que eu podia compreender, e, além disso, era muito interessante! Não demorou muito comecei a consertar uma variedade de aparelhos elétricos e eletrônicos. Montei uma oficina modesta na nossa garagem. Quando terminei o curso, um amigo da família me ofereceu uma posição de técnico na Rádio Bandeirantes e, a partir disso, começou a minha carreira profissional. O curso do Instituto Monitor tinha me preparado e hoje sou bem-sucedido.

Blog - Quais os passos que sua carreira tomou depois do curso no Instituto Monitor?
Celso - Depois de uns tempos na Rádio Bandeirantes eles começaram a construir a Televisão Bandeirantes. Participei na instalação do estúdio no Morumbi. Hoje, trabalho para a Intel, em Oregon – Estados Unidos onde participei de projetos como Pentium 2, 3 e 4 e o Core2Duo. No tempo de folga construo computadores com meus filhos.

Blog – E por que você foi para os Estados Unidos?
Celso - Meu sonho, desde criança, era ir aos Estados Unidos. Tinha um amigo e colega de ginásio cujo pai foi educado nos Estados Unidos. Ficava fascinado com as aventuras do pai dele lá. Quando tive uma oportunidade de ir à universidade nos EUA, eu fui! Casei com uma americana e acabei ficando. Na ocasião, eu achava que só poderia progredir profissionalmente se fosse para os EUA. Depois de muitos anos aqui, minha conclusão é que uma pessoa pode ser bem-sucedida em qualquer lugar desde que seja bem preparada e não tenha medo de fazer esforço.

Blog - Como o Instituto Monitor colaborou para que alcançasse esse objetivo?
Celso - O Instituto Monitor me deu a base para começar uma carreira em eletrônica que tem durado mais de 40 anos. Uma grande vantagem foi que com um custo razoável e pouco tempo, me ajudou a decidir uma profissão quando era moço. E uma grande vantagem do curso Monitor é que permite a pessoa aprender de acordo com sua capacidade e tempo disponível. Eu não nasci rico, tive de trabalhar desde moço, não tive o luxo de poder ir à universidade sem ter de trabalhar ao mesmo tempo. O Instituto Monitor dá a oportunidade da pessoa aprender uma ótima profissão e ao mesmo tempo trabalhar.

Mande seu depoimento para o e-mail blog@institutomonitor.com.br
e seja nosso próximo entrevistado!
1 de Junho de 2006

Palavra de quem entende!

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Cláudio de Moura Castro, Colunista da revista Veja e ex-aluno do Instituto Monitor:

“Fiz o curso na década de 50. Gostei muito e aprendi enormemente. Depois do curso, passei a consertar rádios (de válvulas!) e depois, montar aparelhos de alta fidelidade. Por tudo que sei, o curso está hoje muito melhor.

O ensino à distância requer do aluno maior disciplina de trabalho individual. Mas é muito aplicado e isso mantém a motivação. O Instituto Monitor tem a história de fazer materiais que sejam fáceis de ser entendidos. Meu conselho é simples: vá em frente!”

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