24 de Fevereiro de 2010

Inclua a Biblioteca Digital em sua fonte de pesquisa

Publicado por Equipe do BLOG em Toque de Mestre

 

Você sabia que através do site Domínio Público é possível acessar obras diversas como se estivesse em uma biblioteca? É isso mesmo! Você tem acesso e pode baixar livros, fazer pesquisa por conteúdo, acessar teses e dissertações, referências bibliográficas como Machado de Assis, Fernando Pessoa entre outros. O acervo é extenso e pode ajudá-lo em seus trabalhos escolares e enriquecer seu conhecimento cultural.

 

Essa é mais uma ferramenta de pesquisa. Bons estudos!

Mary Furlan
Professora de Artes do Instituto Monitor


14 de Agosto de 2008

Conheça todos os mascotes olímpicos desde 1968

Publicado por Equipe do BLOG em Toque de Mestre

Você sabia que os mascotes só apareceram nos Jogos Olímpicos de 1968? Desde então, a maioria dos países tem escolhido animais nativos como mascotes.

Nas Olimpíadas de Pequim foram criados cinco mascotes com inúmeras representações. As Fuwa, como são chamadas, têm as cores dos cinco anéis olímpicos e levam uma mensagem de paz, amizade e boa sorte para todas as crianças do mundo.

Além disso, elas também remetem a um animal e à chama olímpica: Beibei (um peixe), Jingjing (um panda), Huanhuan (a própria chama), Yingying (um antílope-tibetano) e Nini (uma andorinha) são os nomes dados às mascotes. Para completar, cada uma delas serefere a elementos da  
natureza, como terra, fogo, água, madeira e céu.

Confira agora uma lista com os mascotes e seus nomes, 40 anos antes de Pequim

1968 - Grenoble, Olimpíada de Inverno, Schuss, não oficial (mas o primeiro) mascote olímpico é um homem com esquis.

1972 - Montreal, Olimpíada de Verão, Waldi, cão da raça dachshund com listras coloridas.

1976 - Innsbruck, Inverno, Snowman (homem de gelo).

1980 - Moscou, Verão, Misha, um simpático ursinho e Vigri, uma foca.

1980 - Lake Placid, Inverno, Roni the Raccoon (animal típico da América do Norte, da família do urso).

1984 - Los Angeles, Verão, Sam, uma águia.

1984 - Sarajevo, Inverno, Vuchko, uma raposa.

1988 - Seul, Verão, Hodori, um tigre.

1988 - Calgary, Inverno, Hidy e Howdy, um casal de irmãos ursos polares vestidos em roupas de cowboy.

1992 - Barcelona, Verão, Cobi, um cão com visual moderno.

1992 - Albertville, Inverno, Magique, meio homem, meio estrela.

1994 - Lillehammer, Inverno, Haakon e Kristin, duas crianças em trajes típicos noruegueses.

1996 - Atlanta, Verão, Izzi, uma figura abstrata.

1998 - Nagano, Inverno, Sukki, Nokki, Lekki e Tsukki, corujas de neve.

2000 - Sydney, Verão, Ollie, Syd e Millie, animais típicos australianos.

2002 - Salt Lake City, Inverno, Powder, Coal e Cooper, um coiote, um coelho e um urso preto.

2004 - Atenas, Verão, Athena, protetora de Atenas e deusa da sabedoria, e Phevos, deus da luz e da música.

2006 - Torino, Inverno, Neve e Gliz, uma bola de neve e um cubo de gelo.

Continuem acompanhando as Olimpíadas e torcendo pelo Brasil.

Vai Brasil!

19 de Junho de 2008

Sua Carreira: roupas no ambiente de trabalho

Publicado por Equipe do BLOG em Toque de Mestre

Algumas pessoas pensam que o conceito de comunicação restringe-se a saber falar ou escrever. Esquecem que a comunicação é um conjunto de fatores, como: saber ouvir, saber sorrir, trocar informações, vestir-se adequadamente, etc. Paramos por aqui, porque é o que nos interessa hoje: que roupa usar no ambiente de trabalho?

A maneira como nos vestimos reflete a nossa personalidade. As roupas têm de se adequar aos diversos ambientes de trabalho, pois esse é um dos itens que melhor representa a empresa para o mundo exterior. Cuidado para não trazer para o ambiente profissional uma aparência com cara de final de semana. Mesmo se você não tem contato com o público, não se esqueça de que também deve projetar profissionalismo internamente.

Agora veja algumas dicas e se adapte a sua realidade:

Saias curtas e muito justas devem ser evitadas, principalmente as confeccionadas com tecidos muito leves.

Camisas transparentes podem ser usadas com ressalvas. Nada de lingerie à mostra. Um body (cor café) ou um corpete de algodão da cor da camisa quebram o excesso de ousadia. Cuidado com botões desabotoados.

Blusas que deixam a barriga de fora nem pensar. As de alça fina, também devem ser evitadas. Nada de alça de sutiã à mostra. Na impossibilidade de esconder, use uma lingerie com alça da cor da blusa.

A calça, apesar de parecer inofensiva, é uma roupa que merece bastante atenção. Calças justas com tecidos finos são para pouquíssimas mulheres. No trabalho, nenhuma. Coloca em exibição desnecessária volume excessivo, como culotes, além das saliências de gordura localizada.

Maquiagem – no calor, a maquiagem deve ser mais leve. Os tons mais neutros, como beges e marrons, são bastante indicados. O pó facial é um grande aliado para esconder a oleosidade da pele e deixá-la com um aspecto mais seco. Para os homens, a recomendação é usar lenços umedecidos com o mesmo propósito.

Ternos – os homens costumam errar menos, mas também se descuidam. A combinação terno, camisa e gravata é a mais grave. Prefira sempre tons discretos, gravatas listradas com ternos cor única e fuja de estampas. Camisas amassadas e colarinho desgastado estragam qualquer visual.

Para finalizar, cuidado com as sextas-feiras, dia em que é permitido, na maioria das empresas, um traje mais à vontade, o famoso “casual”. Como diz a consultora de moda Glória Kalil, “até índio se veste diferentemente para as ocasiões – índio faz roupa para guerra, roupa para a colheita, roupa para casamento, roupa para festa. A gente também. Os rituais são assim. A gente tem que ter ritual diferente para cada situação. E roupa para trabalho, certamente, não é roupa para balada”.

Vanda Franco
Professora de Comunicação e Expressão do Instituto Monitor

Publicado no Boletim Monitorando – Edição 02. Para receber gratuitamente em seu e-mail acesse o Portal do Aluno (www.institutomonitor.com.br/alunos) clique no link “Notícias” em seguida “Boletim Monitorando” e cadastre-se.

10 de Abril de 2008

Toque de Mestre -
Brasil em obras

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O  Brasil diferentemente dos Estados Unidos, vive um boom do mercado imobiliário. Além de não ter sido afetado pela “bolha imobiliária”, existem previsões ainda melhores, pois foi o setor que mais atraiu dinheiro de investidores nos últimos três anos.

Segundo dados da revista Exame, a expectativa é que a concessão

 
de crédito dobre até 2010. O aumento de cerca de 40 bilhões de reais associados a prazos longos e a redução de juros, são os fatores que proporcionaram este elevado índice de investimentos.

Os prazos já subiram de 150 para 240 meses. Em contra-partida, os juros estão menores. Trabalha-se hoje com taxas de 9% para imóveis até R$ 130.0000,00 e de 10,5% para imóveis com valores superiores.

As vantagens não param por aí: torna-se inevitável a comparação com outras formas de aquisição que adotam indexadores e taxas de juros diferentes. Por exemplo, os emolumentos (lucros eventuais) como imposto de transmissão, que devem ser pagos para promover o registro da escritura do imóvel, são menores se forem realizados por meio de financiamento imobiliário.

Temos que analisar que nos últimos anos, uma série de mudanças institucionais, a queda na taxa de juros e o crescimento da renda propiciaram um aumento considerável na oferta de crédito no país, permitindo traçar uma trajetória mais favorável para a habitação.

Devemos considerar também que governo deu especial atenção ao setor da habitação e da construção civil na elaboração do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). A infra-estrutura social, em que estão os investimentos para habitação e saneamento, deve receber a segunda maior parcela dos recursos. O PAC poderá fazer o setor crescer 7%. Antes do anúncio das medidas, a previsão do crescimento era menor.

Com esse crescimento, estima-se que o número de empregos aumente em 10% este ano, abrangendo não somente a mão-de-obra operária, como também outras profissões como as de arquitetos, engenheiros e profissionais da área de marketing.

O mais interessante é que esse fato se dá não somente no setor de baixa renda, mas também com grandes empreendimentos, como por exemplo, o canteiro de obra do Parque da Cidade Jardim, em São Paulo, onde os números são espetaculares: 700 operários e 20 engenheiros. Será o maior empreendimento em andamento no Brasil, composto de 13 torres de 24 andares, sendo 9 residenciais, 4 comerciais e 1 shopping na marginal Pinheiros. O projeto terá um custo de 1,7 milhões de reais, e um faturamento da incorporadora JHSF em torno de 1,5 bilhão de reais até 2010, data prevista para a entrega.

A realidade econômica em que vivemos, a infra-estrutura apresentada, os grandes investimentos recebidos, aliados ao instrumento de financiamento disponível, a capacidade empreendedora e visão dos que fazem o setor da construção civil, são alguns dos exemplos que evidenciam futuros períodos de desenvolvimento e prosperidade para o setor imobiliário.

André Luís Souza Gomes
Professora de Operações Imobiliárias do Instituto Monitor

24 de Janeiro de 2008

Nosso simulador noturno

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O ano de 1900 foi um marco para a psicologia. O pai da psicanálise, o austríaco Sigmund Freud, publicou sua importante obra: a interpretação dos sonhos. Nela contestava-se a noção bíblica de que nossos sonhos eram fenômenos sobrenaturais.

A primeira idéia é de que os sonhos seriam restos do dia, ou seja, a probabilidade de sonharmos com experiências vividas durante o dia é bastante grande. Mas como em nossa vida ninguém tem experiências marcantes todos os dias, então o sonho acaba sendo uma mistura simbólica de várias coisas.

A experiência de sonhos malucos que você nunca viu, segundo Freud, vem do inconsciente. Lá são guardadas as lembranças que você adquiriu no decorrer da sua vida.

Sonhamos na chamada fase REM (movimento rápido dos olhos). Nesse momento, o cérebro está em altíssima atividade, mas ao mesmo tempo não tem a informação sensorial da vigília. Não conta com imagens, cheiros, sons e nem outras informações que temos quando estamos acordados. É como um verdadeiro “ovo mexido”. Isto significa que, seus sonhos com imagens que você nunca viu, é nada menos que uma combinação de uma série de símbolos que você já conhece em suas experiências.

Mas, mesmo assim, fica a pergunta: sonhar serve para quê? Tudo indica que os sonhos têm a função de simular comportamentos, tanto os bons (recompensa) como os que levam à punição (pesadelos). Melhor dizendo, seria simplesmente evitar ações que resultem em punição e procurar aquelas que levam à satisfação do desejo.

Essa tese vai ao encontro da teoria de Freud de que a função dos sonhos é a satisfação do desejo. O curioso é que no início do século isso era motivo de chacota.

Ludmila S. Carvalho
Professora de Psicologia Organizacional do Instituto Monitor

20 de Dezembro de 2007

Toque de Mestre -
A Era do Gelo

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Além de ser o título de um famoso filme infantil, da bem-sucedida parceria entre os estúdios Fox Film e Sky Studios, a Era do Gelo, na história geológica da Terra, refere-se aos períodos em que grossas camadas de gelo recobriram grandes áreas do planeta.

Alguns desses períodos foram muito longos, duraram milhões de anos, outros foram mais breves, mas todos eles causaram grandes modificações nas paisagens naturais da Terra.

Existem várias teorias sobre as causas das glaciações. O primeiro pesquisador a tentar explicar esse fenômeno foi o matemático sérvio Milutin Milankovitch. Segundo ele, as glaciações foram provocadas por uma mudança na quantidade de energia solar absorvida pela Terra, devido a pequenas irregularidades na sua órbita em volta do Sol, o que provocaria quedas abruptas de temperatura.

Porém, atualmente sabe-se que essas flutuações na órbita do planeta foram capazes de influenciar no máximo em 1% a absorção de energia solar pela Terra, o que seria insuficiente para causar as glaciações.

Outra teoria está relacionada à diminuição da concentração de gás carbônico na atmosfera, responsável pela retenção do calor na Terra. Contudo, essa teoria resulta em outra questão: se a redução de gás carbônico provocou a glaciação, o que provocou a redução de gás carbônico?

Saber as causas do resfriamento da Terra e poder controlar esse fenômeno poderia ser a solução humana para evitar o aquecimento global do planeta, afinal cientistas do mundo inteiro se preocupam com os prováveis efeitos do aquecimento, que deve derreter o Ártico ainda neste século. O surpreendente é que no meio desse debate sobre o aquecimento global, o Conselho Superior de Pesquisa Cientifica da Espanha publicou um estudo na revista “Science” alertando que a Terra vai enfrentar “em poucos milhares de anos” um resfriamento abrupto, capaz de provocar uma nova era do gelo, que durará entre mil e dois mil anos.

Embora esse estudo entenda o resfriamento da Terra como um comportamento natural do clima, os pesquisadores avaliam que o aquecimento global provocado pela atividade humana, sobretudo com a emissão de gases estufa, poderá acelerar o resfriamento brusco do planeta.

O “amortecedor” natural do clima que existe na Terra graças às correntes de água – que arrefecem e aquecem em circuito equilibrado – vai se desestabilizar, o que pode acelerar uma era glacial.
Se esse mecanismo “amortecedor” deixar de funcionar, devido a uma alteração das correntes marítimas por causa do degelo, as condições do clima se tornarão mais duras.

Apesar de ser um processo de “poucos milhares de anos”, os cientistas avisam que ele já começou. Nos últimos 200 anos, colocou-se na atmosfera a mesma quantidade de dióxido de carbono que nos 2000 anos anteriores.

Soraia Magalhães
Professora de Geografia do Instituto Monitor

13 de Dezembro de 2007

Toque de Mestre:
Mochileiros da web viajam sem gastar com hospedagem

Publicado por Equipe do BLOG em Toque de Mestre

Entre milhares de coisas, a Internet possibilita o intercâmbio turístico-cultural entre jovens que buscam amigos e hospedagem para viagens pelo conhecimento.

De mochilas nas costas, sair pelo mundo, conhecer pessoas e aprender novas línguas e culturas é a aventura a que se propõem os jovens da geração Google, Wikipédia e Orkut. Os mochileiros de hoje têm agora nova opção de hospedagem: as casas de pessoas conhecidas em sites especializados da rede.

Cada site tem suas regras, mas o princípio mais importante é o mesmo: cada mochileiro se inscreve gratuitamente e passa a fazer parte de uma rede. As portas do mundo são abertas a estranhos sem que se cobre um centavo. Da mesma forma podem ser recebidos por pessoas nunca vistas em qualquer parte do planeta.

A idéia é passear pelo mundo sem gastar com hospedagem. Mas as vantagens vão além da simples economia com pousadas. Por meio desses sites, jovens antenados, aventureiros e destemidos fazem amigos e mergulham em outras culturas em busca de troca de experiências que se transformam em conhecimento adquirido de forma especial e significativa.

Para mais confiança, alguns sites desenvolvem ferramentas de segurança que protegem os inscritos na rede. Isto consiste numa avaliação on-line por sistemas de pontuação para saber se a pessoa é um bom hóspede e um bom anfitrião, tudo vem acompanhado de fotos e textos sobre experiências vividas pelos mochileiros web.

Se você se identifica com o perfil de mochileiro web, seja também participante dessa nova modalidade de turismo cultural favorecido e promovido pela rede. Faça uma consulta pelos endereços a seguir:

CouchSurfing (www.couchsurfing.com)
Hospitality Club (www.hospitalityclub.org)
Global Free Loaders (www.globalfreeloaders.com)
Servas (www.servas.org)

Elizabeth Maria Ziliotto
Professora de Com. e Expressão em Língua Portuguesa
e Redação Técnica do Instituto Monitor

6 de Dezembro de 2007

Toque de Mestre:
Preservando as florestas

Publicado por Equipe do BLOG em Toque de Mestre

A prática do desmatamento é uma atividade ilegal que contribui para a degradação da natureza, além de ser um forte colaborador para o efeito estufa. Sendo assim, reduzir o desmatamento é importante para conter as mudanças climáticas da Terra.

A proposta brasileira de criar um fundo internacional, em que os países mais ricos ajudassem os mais pobres a financiar projetos de preservação das florestas, é muito interessante, desde que ambos não deixem de investir em fontes de energias mais limpas, transportes menos dependentes de combustíveis fósseis e no controle da emissão dos poluentes industriais.

Conter o desmatamento é mais barato, mas é necessária uma mudança da matriz energética do mundo, dos hábitos e dos costumes das sociedades contemporâneas.

Toda ação que tenha como objetivo diminuir a destruição das florestas é bem-vinda, pois contribuirá com a redução do efeito estufa e também com a preservação de inúmeros seres vivos, animais e vegetais. Além disso, os programas de extração sustentável das florestas poderão gerar muito capital e empregar muita gente.

Fundo Internacional
Caso o Fundo Internacional seja criado, segundo a proposta brasileira, somente os países que conseguirem conter suas taxas de desmatamento poderão sacar recursos. Para tanto, as nações deverão provar que conseguiram reduzir suas médias anuais de desmatamento. Logo, tal necessidade pode se tornar uma fonte de riquezas para o Brasil.

O Brasil é o único país que possui tecnologia de rastreamento por satélites para fazer medição das áreas verdes. São três sistemas de monitoramento desenvolvidos pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Esses sistemas, que se complementam, são o Prodes, que mede anualmente o tamanho do desmatamento da Amazônia; o Deter, que localiza novas clareiras para orientar a fiscalização a cada 15 dias e o Detex, que identifica o tipo de árvore cortada, mesmo em mata fechada, a cada 26 dias.

Se o Fundo for implantado, o Brasil poderá se tornar o grande fornecedor desse serviço para o mundo. Como a proposta de criação é do Brasil, fica a dúvida sobre as verdadeiras intenções do nosso governo: poupar a atmosfera dos gases de efeito estufa gerado pelo desmatamento; dividir com os países ricos os custos da preservação da Amazônia; comercializar e lucrar com as tecnologias de monitoramento das florestas.

Todas as intenções são positivas e convergem para o mesmo objetivo, melhorar as condições de vida no nosso planeta.

Soraia Fernandez Magalhães
Professora de Geografia do Instituto Monitor

27 de Novembro de 2007

Toque de Mestre:
Timidez tem cura

Publicado por Equipe do BLOG em Toque de Mestre

Temos a errada impressão de que as pessoas seguras nasceram assim. Na verdade, a maior parte delas aprendeu, no decorrer da sua vida, como usar a linguagem do corpo, conversar com gente nova, concentrar-se realmente no assunto e, o mais importante, não se preocupar com que os outros pensam.

Adquirir segurança é um dos aspectos mais importantes. Tentar desviar a ansiedade nos deixa mais constrangido. Arriscar-se um pouco, guardar acertos positivos pode fazer com que o indivíduo se torne muito mais seguro, até nas piores situações sociais.

A maioria das pessoas tímidas ficaria surpresa ao saber que 40% dos jovens de hoje se consideram tímidos. Os pesquisadores atribuem esse aumento da percepção da timidez à diminuição do contato direto entre as pessoas.

Mas o mais surpreendente, constatado por meio do estudo de Jerome Kagam, da Universidade Harvard, é que no primeiro momento a timidez pode ser herdada. No segundo momento, mesmo que a timidez tenha um componente genético, há estratégias comprovadas que ajudam qualquer pessoa a melhorar.

Um dos componentes ligado diretamente é a ansiedade. No entanto, manter a calma numa situação de pressão é uma habilidade que pode ser aprendida. Quem é ansioso tende a prestar atenção no corpo (palpitações, sudoreses,etc.), a dar ênfase a essas reações, tornando-as muito maiores do que realmente são.

Tentar inflar a auto-estima é uma saída, livrar-se da crença constante de que está fracassando é outra. Em vez de ficar envergonhado e se fixar na ansiedade, é melhor fazer um esforço para criar situações positivas.

São quatro passos básicos para ajudar a vencer a ansiedade e a timidez:

Antecipe seu medo – Grande parte o nervosismo depende da importância do evento e do nível de certeza de que vamos nos sair bem. Avalie esses fatores para não ser pego de surpresa no grande dia.
Faça um ensaio – vista uma roupa que pretende usar no dia da apresentação, reunião, entrevista, etc.
Faça rir – O humor bem colocado melhora a impressão que as pessoas têm de você.
Pense grande – Busque idéias interessantes e provocantes, faça que seu público saiba que você tem um papel importante.

Ludmila S. Carvalho
Professora de Psicologia Organizacional do Instituto Monitor

23 de Agosto de 2007

Toque de Mestre:
Os grandes desafios dos consultores

Publicado por Equipe do BLOG em Toque de Mestre

Parece tema de novela, mas intrigas, sabotagens, medo, raiva, ambição, e etc. estão presentes também nos corredores das empresas. Entre colegas de trabalho, esses sentimentos podem ser mais sutis, mas entre as consultorias, tornam-se mais evidentes.

Esse convívio traumático ocorre porque o vínculo entre organização e consultores se sustenta, além da relação comercial, sobre outros dois pilares: CONFIANÇA e, principalmente, MUDANÇA.

O autor André Sales recorreu aos sete pecados capitais, ilustrando melhor as origens das barreiras nessas relações corporativas, e apontou caminhos opostos por meio das virtudes, para solucioná-los.

1º pecado
INVEJA – “Você não pode promover meu inimigo.”
Um consultor foi contratado por um diretor que propôs mudanças que colocariam em evidência outro executivo. A direção geral da empresa autorizou a medida, mas o contratante (diretor) tentou fazer de tudo para impedir.

1ª virtude
HUMILDADE – “Não posso fazer esta mudança sem envolver o departamento de Recursos Humanos.”
Especialistas são unânimes: envolver o RH é fundamental quando se trata de gestão de pessoas.

Para evitar conflitos entre consultoria e Recursos Humanos da empresas, ambas devem se aproximar mesmo quando o serviço é contratado por outra diretoria. O RH pode avaliar melhor o impacto das medidas sobre as pessoas evitando “melindres”.

2º pecado

ORGULHO – “Você não conhece nada da nossa empresa. Mudar para quê se os resultados estão bons?”
A maioria das consultorias é recebida com reações como essas de funcionários que são resistentes a mudanças a avaliações externas de desempenho.
A exemplo disto, um executivo de uma grande empresa, desautorizou um consultor na frente dos outros colegas, deixou a reunião e foi imediatamente seguido pelos outros resultando em um motim.

2ª virtude
COMPAIXÃO – “Eu entendo você.”
A consultoria precisa olhar para o funcionário como cliente interno. Nesse sentido, entram em cena habilidades essenciais na consultoria, como comunicação, inclusão e, principalmente, flexibilidade. Atendimento rígido torna-se o principal motivo de fracasso em treinamento.

3º pecado
IRA – “Você quer me derrubar.”
As consultorias chamadas para realizar processo de reestruturação são vistas pela maioria dos funcionários como ameaças aos seus empregos. Os consultores precisam ter “jogo de cintura” para lidar com o medo que se transforma em raiva e pode levar a boicotes.

3ª virtude
PACIÊNCIA – “Vamos ter de refazer o trabalho.”
Uma consultoria responsável tem serenidade para colocar o “dedo na ferida”, inclusive nos colegas de RH sem medo de “saia justa” e represálias.

4º pecado
AVAREZA – “Vocês cobram tudo isso por um projeto?”
O valor que se cobra por uma consultoria é um assunto que gera controvérsias. Quando se trata de mudanças de comportamento ou cultura, dimensionar valor de trabalho é muito subjetivo.
Ao comprar uma expectativa em vez de um produto, o cliente pode pagar qualquer preço e achar que não valeu a pena ou ainda que foi um valor inestimável.
Muitas vezes não deixar claro o que se espera de um consultor no início do projeto pode levar a erros nos valores, tanto para cima como para baixo.

4ª virtude
DELIGÊNCIA – “Pode contar comigo nesse desafio.”
Há ocasiões em que a empresa ou o RH precisam de apoio externo, porque o desgaste com os funcionários será muito grande.

5º pecado
PREGUIÇA – “Você pode me dizer que horas são?”
Ainda existe circulando em algumas empresas uma piada antiga, que leva uma carga bastante preconceituosa, de que o consultor é aquele que cobra para dizer as horas e ainda olha no relógio do cliente. Os consultores se defendem dizendo que pode ser útil dizer as horas e acrescentar que já é tempo de agir e enfrentar o problema crítico.
O preconceito ainda persiste do outro lado do balcão, quando se fala que só paga para saber as horas quem tem preguiça de olhar no relógio ou não tem competência.

5ª virtude
SIMPLICIDADE – “Você não precisa comprar esse serviço.”
Existem clientes que contam uma história tão grande, que o consultor pode faturar muito se for mercantilista. É melhor dizer que a empresa não está buscando o remédio adequado.

6º pecado
GULA – “Para alcançar o resultado desejado precisamos fazer outro contrato.”
Uma consultoria ofereceu uma economia de 30% nos custos. As medidas tomadas não alcançaram o resultado esperado e a direção da empresa cobrou uma explicação. O consultor propôs, então, um novo projeto.

6ª virtude
MODERAÇÃO – “Ok, não cobraremos por isso desta vez.”
Há sempre uma diferença entre custos previstos e custos reais. Em alguns casos, o trabalho da consultoria pode durar meses e, durante esse período, pode haver mudanças no cenário econômico, mercado, na empresa e com os profissionais.
Quem for muito rígido nas renegociações com o cliente pode comprometer a relação de longo prazo.

7º pecado
LUXÚRIA – “Na dúvida, vamos contratar outra consultoria.”
Ainda contratam-se consultorias para “trabalho sujo”. Há executivos que preferem pagar mais caro para uma consultoria a ter que assumir a responsabilidade pelo sucesso ou fracasso de uma mudança.

7ª virtude
GENEROSIDADE – “Vocês me surpreenderam!”
Às vezes temos de abrir mão de um trabalho que traga muito dinheiro em vez de enganar o cliente. As consultorias sérias são capazes de admitir quando não podem fazer nada pelo cliente.

Ludmila A. Santoro de Carvalho
Professora de Psicologia Organizacional do Instituto Monitor

* Baseado no texto “Relações delicadas”, de André Sales, publicado em abril/07, na revista Melhor Gestão de Pessoas

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